14/10/2022
Qual o papel dos colaboradores quando falamos de LGPD?
Saiba como funciona a LGPD para um colaborador na sua função de trabalho.
01/09/2022
LGPD, Legal Design e Visual Law, qual a relação?
Ser tutor de dados pessoais de terceiros é uma grande responsabilidade. Garantir a segurança, e como esses dados serão utilizados, precisam ser claros nos avisos de privacidade, termos e condições de uso, aviso de cookies, em outras políticas e contratos diversos, respeitando assim, a regulamentação da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.
A LGPD trouxe de volta ao titular de dados o poder total sobre as suas informações e decidir o que quer compartilhar ou não.
Para que isso ocorra, é necessário que as empresas tratem adequadamente os dados pessoais, sejam claros e transparentes e informem para qual finalidade esse dados serão utilizados.
Segundo estudo da Bits Academy, para entender mais sobre o assunto, 90% das pessoas acham que a linguagem jurídica deveria ser mais simples e entre as formas utilizadas, está o Legal Design.
É percebido que técnicas visuais, utilizadas no Legal Design/Visual Law, são muito mais aceitas do que textos enormes e facilitam a comunicação entre as partes envolvidas nos documentos jurídicos ou em textos com escritas mais robustas.

O que são as ferramentas e técnicas do Visual Law?
As técnicas do Visual Law, são ferramentas que tornam o texto mais claro e compreensível e podem ser empregadas após o conhecimento do perfil de quem irá receber a informação através da comunicação visual, através da comunicação visual, com a escolha de:
- Imagens.
- Diagramação.
- Infográficos.
- Vídeos.
- Ícones em linha do tempo.
- Ilustrações.
- Gráficos.
Assim, expressões e termos jurídicos, que antes eram restritos aos advogados, juízes e profissionais da área, estão cada vez mais acessíveis, facilitando o entendimento sobre documentos, contratos, leis, entre outras informações, sem perder a validade e segurança jurídicas.
E para uma organização se adequar às obrigações da LGPD, utilizar-se de recursos como o Legal Design através de ferramentas do Visual Law, torna-se uma opção para a garantia da compreensão e atenção dos dados pessoais do titular que realmente são importantes e essenciais, para que ele de fato entenda o que está sendo feito com as suas informações e principalmente: quais são seus direitos.
Estando o processo de implementação bem feito e utilizando técnicas de Visual Law, os titulares de dados estarão mais seguros e principalmente, entenderão do que se trata.

Onde o Legal Design e o Visual Law podem ser aplicados?
O design traz uma contribuição significativa para a melhoria da comunicação, facilitando a tratativa entre empresa e cliente. Assim, o Legal Design / Visual Law podem ser aplicado em:
- Em avisos de privacidade.
- Termos e condições de uso.
- Avisos de cookies.
- Entre outras políticas e contratos diversos, que tornem esses documentos mais claros e inclusivos.
Aos que trabalham com essas e outras categorias de documentos, é importante ter empatia e se atentar à resposta: será que o leitor/cliente entende a forma como os dados são usados e como serão protegidos?
Faz-se necessário colocar-se no lugar do outro para transformar!
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01/08/2022
Legal Design e Visual Law: o que você precisa saber?

Cenário atual
Devido à pandemia e consequentemente, o avanço tecnológico na vida das pessoas, a transformação no mundo digital alcançou a advocacia também.
Dentro dessa manifestação de mudanças, encontramos um grande destaque para o estabelecimento de uma comunicação mais clara entre advogados, clientes e suas empresas.
Legal Design
Inovar a forma de comunicação com informações mais claras e linguagem mais fácil, sem juridiquês, é o ponto-chave do Legal Design, que une lei, design e tecnologia.

Definido por Margaret Hagan, docente da Universidade de Stanford, e registrado em seu livro “Law By Design”, o termo vem revolucionando o “juridiquês” como conhecemos.
Segundo a própria autora, Margaret Hagan, o Legal Design refere-se à aplicação dos estudos do design no Direito, propondo humanizar e simplificar os documentos e os sistemas jurídicos para qualquer pessoa.
Em “Legal Design Visual Law: Comunicação entre o universo do Direito e os demais setores da sociedade”, os autores Alexandre Zavaglia e Ana Paula Holtz apontam que o conceito procura estudar:
- Como transmitir informações jurídicas de acordo com cada problema e destinatário de cada atividade praticada com linguagem simples e de fácil entendimento.
- Como garantir acesso aos direitos dos interessados.
- Testes de design para novos documentos internos e serviços jurídicos, prevenindo e solucionando o problema pensando sempre no usuário/cliente.
- Redesenhar processos organizacionais e jurídicos quando se fizer necessário, utilizando recursos próprios, como timeline, fluxograma, entre outros.
É a partir dessas análises que profissionais do ramo passam a entender como entregar um serviço final mais satisfatório, garantindo o entendimento e uma relação de maior confiabilidade entre advogado/cliente. Aqui, o foco está sempre no cliente e na sua compreensão – é preciso que ele entenda, para assim se concluir uma ação de sucesso.
Para começar a adotar práticas desse conceito, é preciso considerar: - Redução de textos de documentos, deixando-os mais objetivos.
- Evitar palavras de difícil compreensão.
- Utilizar os recursos disponíveis disponíveis em Visual Law, para facilitar o entendimento.
ATENÇÃO: nesse caso, vale “o menos é mais”. Não se pode poluir o documento com muitos recursos.
Juízes, já começaram a aceitar documentos com Legal Design, desde que os recursos utilizados não piorem o documento apresentado.
Visual Law
Muitos confundem os dois termos, mas Visual Law é, na verdade, uma subárea do Legal Design.

Segundo a “Thermopylae Sciences + Technology”, 90% da informação que processamos é visual, onde o entendimento de imagens acontece 60 mil vezes mais rápido do que apenas com texto corrido.
Com isso, é possível que diversos materiais sejam revistos e ajustados para diminuir os entraves vivenciados entre advogados e clientes, como:
- Proposta comercial.
- Contratos.
- Petições.
- Políticas de Termos de Uso.
- Sentenças.
- Acordos.
O futuro do mundo jurídico
Uma comunicação mais clara e um documento mais conciso e mais enxuto, é o sonho de clientes e juízes. Fica a cargo de cada profissional entender as vantagens de empregar o Visual Law e facilitar o entendimento e aumentar a confiabilidade dos clientes.
A partir do uso da tecnologia e do design, diversos profissionais do meio podem organizar, produzir e transmitir informação de maneira mais rápida e efetiva para todos.
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08/04/2022
Sua empresa em relação a terceiros: como conscientizá-los da necessidade de adequação à LGPD
Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), todos os envolvidos na relação existente, seja ela empresa e titular de dados, seja qualquer outra que envolva dados pessoais, devem estar adequados. Isso porque todos os envolvidos responderão subsidiariamente, ou seja, suplementarmente.
Saber lidar com os dados pessoais é imprescindível, minucioso e requer muita atenção. Quando existe um terceiro, fica ainda mais difícil.
O papel da sua empresa é ter um programa sólido de governança que permita gerenciar as terceirizadas e cobrar quando algo estiver errado, ou mesmo a cada ano fazer uma auditoria, verificando se o sistema está funcionando corretamente.
O que devo fazer para me certificar de que contratos antigos estão adequados à nova lei?

- Mapeamento: deve-se estudar todas as áreas da empresa, incluindo contratos, documentos internos, comunicação e demais setores. A partir disso, determina-se a prioridade de adequação de cada item mapeado.
- Identificação de todos os dados coletados, separando-os em dados pessoais e dados pessoais sensíveis.
- Tratamento e armazenamento desses dados.

Os contratos antigos devem ser revistos, checando a necessidade de fazer aditivos com todas as cláusulas a respeito do tratamento, proteção e armazenamento de dados.
Quanto aos novos contratos, esses devem já ser produzidos seguindo a LGPD como base.

Qual a diferença entre a proteção de dados e a confidencialidade?
A confidencialidade acontece entre as partes que possuem um contrato ou documento, que implica em uma obrigação de não fazer e de não divulgar informações sobre o seu cliente, a não ser que haja autorização expressa. Já para a proteção de dados, é necessário que haja cuidados efetivos, quase sempre por meio de mecanismos e ferramentas, para que um dado não venha a ser conhecido, tratado e armazenado por quem não tem permissão.
Vai contratar? Veja o que levar em consideração na escolha do parceiro ou fornecedor

Quando for contratar um parceiro ou fornecedor, certifique-se que a empresa adota boas práticas em segurança, proteção de dados, políticas de privacidade e medidas de governança.
Além disso, as empresas que forem contratadas, ou parceiras, devem ter o mesmo nível de proteção de dados que o da sua empresa.

Caso você seja uma empresa terceirizada e ainda não se adequou à LGPD, corra e se adeque o mais rápido possível para não perder clientes. Para isso, fale com uma equipe profissional, multidisciplinar e especializada em proteção de dados: a PTG Advocacia.
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21/03/2022
Entenda o que são dados pessoais e dados pessoais sensíveis
Ao contrário do que muitos podem achar, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) não veio para proibir a utilização dos dados pessoais, mas sim regulamentar a maneira como serão utilizados. (mais…)



